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Narrativas jornalísticas contra as PM's. Uma análise sobre o caso de pernambuco.

O relato de um fato pode assumir narrativas pessoais e ou se comprometer com a falta de parcialidade. A cobertura midiática jornalista por muitas vezes acaba indo para um desses dois lados e deixando que ideologias, políticas e interesses específicos distorçam a história como ela é.


A recente ação da policia militar pernambucana é um caso que precisa ser relatado de forma mais compromissada com o histórico do fato, ao invés de se impor um “debate público” baseado em interesses jornalísticos para criar dramas, fazer julgamentos próprios e mobilizar emoções.


Em matéria publicada pelo G1 (https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2021/05/30/homens-atingidos-pela-pm-com-balas-de-borracha-nos-olhos-perdem-parte-da-visao-eles-nao-estavam-em-protesto-contra-bolsonaro-dizem-parentes.ghtml), o jornalista aborda sobre ferimentos provocados pela ação policial “truculenta” em pessoas que nem estavam no protesto, mas foram surpreendidas pela ação quando passaram por lá.





A comoção e pressão acerca do ocorrido com essas pessoas fez com que, no sábado (29), o governador de Pernambuco afastasse o comandante da operação da PM no protesto, coronel Vanildo Maranhão, e mais quatro policiais militares envolvidos na agressão à vereadora do Recife Liana Cirne (PT), que foi atingida com spray de pimenta no rosto por policiais.





A mesma matéria especifica que a manifestação organizada por centrais sindicais e movimentos sociais, era pacífica. Segundo informado, os manifestantes protestavam contra o presidente Bolsonaro e a favor da aceleração de medidas de prevenção à Covid-19, como a campanha de vacinação e auxílio emergencial de, ao menos, R$ 600.


Por volta das 11h30, a manifestação chegou à Ponte Duarte Coelho. No local, a Polícia Militar começou a dispersar os manifestantes. E os jornais informam que bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha foram atiradas pela PM contra os participantes do ato, ferindo até quem não estava no protesto.


Mas qual foi o motivo para que policiais adotassem medidas mais rígidas?


Foto: Felipe Ribeiro/JC Imagem

A matéria divulgada pelo Portal de Prefeitura (https://portaldeprefeitura.com.br/2021/05/31/no-recife-rua-da-aurora-fica-tomada-de-tijolos-e-pedras-que-foram-usados-para-atacar-pms-durante-protesto-no-fim-de-semana/) retrata um cenário de guerra urbana. A foto acima, apresentada na reportagem, mostra pedras, tijolos e diversos objetos espalhados pela rua Aurora que foram usados durante manifestação com a intenção de atingir a tropa da Polícia Militar.


Para um protesto pacífico a presença desses objetos trazem uma outra ótica para o caso. A depredação do patrimônio público e a exposição das pessoas ao risco foi causada por quem? A polícia deve observar essas ocorrências e permanecer inerte?


Outras Imagens revelam que após o protesto chegar na ponte Duarte Coelho, nas proximidades do Palácio do Campo das Princesas, o conflito entre a PM e manifestantes ficou ainda mais crítico com o fato da vereadora do Recife Liana Cirne tentar impedir o avanço do policiamento que reagiu com um disparo de spray de pimenta. Segundo fonte informante do Portal, Liana Cirne agrediu o policiamento, chamando de fascista e ladrão.


Recomendação do MPPE


A 34ª Promotora de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital, com atribuição na Promoção e Defesa da Saúde do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), expediu na sexta-feira, 28 de maio, a Recomendação referente ao Procedimento Administrativo nº 02061.000.268/2020 para a não realização de quaisquer atos que possam vir a ocasionar aglomerações de pessoas, a exemplo do ato que estava programado para o correr na Praça do Derby, no Recife.


A recomendação usou como base as determinações exaradas no Decreto Executivo do Governo do Estado de Pernambuco nº 50.561, de 23 de abril de 2021 e do Decreto nº 50.752, de 24 de maio de 2021.


“Não é permitida, de acordo com os decretos estaduais, neste momento, a realização de manifestação presencial como a agendada para o próximo 29 de maio, diante do atual cenário de recrudescimento da pandemia da Covid-19 no Estado de Pernambuco, o qual adotou, inclusive, medidas mais restritivas comparadas a de alguns estados da Federação”, disse a promotora de Justiça autora da Recomendação, Helena Capela.

Táticas de caos em manifestações


As manifestações pacíficas fazem parte dos direitos civis, mas aproveitando essa oportunidade grupos organizados usam táticas já conhecidas pelas forças de segurança para provocar policiais e causar confusão entre as pessoas.


Essas táticas criminosas não medem as consequências. Na verdade, o objetivo é criar uma narrativa que coloque os policiais como agressores, despreparados e violentos.


Foto: Reprodução TV

Bemvindo Sequeira


Tentando fazer coro aos comentaristas desconhecedores sobre segurança pública, o ator Bemvindo Sequeira publicou um vídeo irresponsável comentando a ação policial de Pernambuco e ainda levantando acusações sem fundamentos contra as polícias militares do Brasil.


Sequeira demonstra um posicionamento ideológico em que ele tenta colocar acima da verdade dos fatos e, entre seus pensamentos, expõe um perigoso ódio contra a instituição PM. Sua narrativa nem considerou a análise dos fatos, deixando claro que seu propósito é atacar a instituição encarregada de manter a lei e a ordem.


Assista o vídeo.



Ação Criminal e Pedido de Danos morais contra o Ator


Sobre essa figura abjeta nós apenas informamos que nossas associações nacionais irão processa-lo criminalmente e pedir reparação de danos. Não iremos atacar a pessoa do ator, pois não somos como ele. Nossa discussão vai ser nos tribunais.

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