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União que fortalece: Cel. Aboud destaca papel essencial da ASSOR na defesa dos militares

  • Foto do escritor: ASSOR
    ASSOR
  • há 5 horas
  • 3 min de leitura

Em sua participação no podcast Opinião Segura, o Vice-Presidente da ASSOR, Cel. Aboud, trouxe um verdadeiro chamado à consciência, à união e ao fortalecimento da categoria. Sua mensagem foi clara e relevante: nenhum militar deve caminhar sozinho quando seus direitos, sua dignidade e sua representatividade estão em jogo.


Ao defender a importância da associação, Cel. Aboud lembrou uma verdade que precisa ser repetida com firmeza: sozinho, o militar fica solto; unido, ganha força, voz e capacidade real de luta. Segundo ele, a associação é justamente esse instrumento de união, mobilização e defesa coletiva — uma estrutura que reúne, organiza e dá peso às reivindicações da categoria diante dos espaços de decisão.


Sua fala evidencia um ponto essencial: o comandante tem sua relevância, sua autoridade e sua responsabilidade institucional, mas há limites naturais em sua atuação. É nesse ponto que a associação se torna indispensável. Ela amplia a voz da categoria, leva as pautas aos parlamentares, fortalece a pressão legítima e transforma a insatisfação isolada em representatividade concreta. Como destacou Cel. Aboud, nesse campo, a força política nasce da coletividade — e coletividade significa participação.


Ao recordar a origem da associação, ele também resgatou um momento emblemático de consciência e mobilização. A ASSOR nasceu da percepção de que era preciso haver uma entidade capaz de defender os oficiais com firmeza e organização. Naquela ocasião, houve adesão maciça, porque todos compreenderam a necessidade de estar juntos. E foi justamente essa união que deu musculatura à associação e ajudou a abrir caminhos para conquistas importantes.


Mas a fala do vice-presidente vai além da memória. Ela aponta para o presente — e para a urgência do agora. Quando ele afirma que é fundamental que cada policial militar e cada bombeiro militar procure sua associação, participe e fortaleça a entidade, ele deixa um recado que ecoa para toda a categoria: sem engajamento, a associação enfraquece; e, enfraquecida, perde capacidade de representar e de lutar.


Esse é, talvez, o ponto mais forte de sua mensagem: a ASSOR não existe por si só. Sua força nasce de cada associado, de cada participação, de cada apoio, de cada consciência de pertencimento.


Outro aspecto que torna a ASSOR ainda mais relevante é sua capacidade de acolher e integrar. Como destacado no debate, a associação tem um papel singular ao reunir oficiais da reserva da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, além de também alcançar pensionistas. Isso amplia sua relevância institucional e humana, porque significa olhar com atenção para quem já dedicou anos de vida ao serviço e continua precisando de apoio, proteção e representação.


Essa sensibilidade aparece também quando o tema é a realidade dos veteranos. A associação não atua apenas na defesa política de direitos, mas também na busca por soluções concretas para o dia a dia, como convênios, apoio em saúde e atenção às necessidades específicas de quem está na reserva. Em sua fala, Cel. Aboud deixa evidente que cuidar desse público é reconhecer sua história, sua contribuição e seu valor.


Ao longo da conversa, o comandante deixou claro que a associação moderna está voltada para a construção. Ela soma, dialoga, respeita o comando e atua para fortalecer a categoria com responsabilidade. Quando necessário, representa com firmeza. Quando possível, constrói pontes. E esse equilíbrio é justamente o que torna a ASSOR cada vez mais necessária.


A fala do Cel. Aboud é, acima de tudo, um convite. Um convite para que cada militar compreenda que a defesa dos seus direitos não pode depender apenas de boa vontade ou de circunstâncias favoráveis. Ela precisa de organização. Precisa de presença. Precisa de união. E é exatamente isso que a ASSOR representa.


Confira a fala do vice-presidente em sua participação no podcast.





1 comentário


Paulo Silva
Paulo Silva
há 2 horas

Na minha concepção, o oficial passou para a reserva, seria automaticamente contribuinte da ASSOR - Paulo Pereira da Silva-Ten PMDF

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